Sobre o Tattus
Sistema de gestão para estúdios de tatuagem e tatuadores solo, com motor de remuneração que divide cada sessão automaticamente entre estúdio e artista.
O que é o Tattus
O Tattus é um sistema de gestão para estúdios de tatuagem e para tatuadores que trabalham sozinhos. Ele reúne num lugar só a agenda, o funil de atendimento, a ficha do cliente, o financeiro e a página pública de agendamento — tudo em português, e pensado para o dia a dia de quem atende com a agulha na mão.
É um produto brasileiro, feito para a forma como estúdio de tatuagem funciona no Brasil: sinal para confirmar a sessão, projeto grande dividido em várias etapas, flash day, guest de temporada e artista de bancada que aluga a maca e trabalha por conta.
O problema que ele resolve
Todo estúdio com mais de uma pessoa acaba com uma planilha no fim do mês. Cada artista combinou um acerto diferente — um é comissão, outro paga aluguel de bancada, outro é CLT, o guest fica dois meses — e no dia do pagamento alguém refaz a conta na mão, de memória, sem registro de qual regra valia na data de cada trabalho.
No Tattus a regra de remuneração é configurada por estúdio e por artista, com data de vigência. Cada sessão já entra dividida no momento em que o dinheiro é lançado, e a conta fica guardada com a regra que valia naquele dia. Mudar o combinado hoje não reescreve o que foi pago ontem, e corrigir um erro é lançar um estorno — nada some do histórico.
São cinco modelos de acerto, e eles podem conviver no mesmo estúdio: comissão em percentual (inclusive progressiva por meta), aluguel de bancada, CLT com bônus, guest com período de atuação e híbrido de fixo mais percentual.
Privacidade não é preferência, é regra de negócio
Duas decisões atravessam o produto inteiro e vale dizê-las em voz alta. A primeira: o artista que aluga bancada é autônomo, e o estúdio não enxerga os clientes, os valores nem a agenda dele — só o aluguel. Isso não é uma opção de tela que se pode desligar; é aplicado na consulta ao banco, e o dado nem chega a sair de lá.
A segunda: a ficha de saúde do cliente é dado sensível. Ela fica em tabela separada, é guardada cifrada, e toda leitura é registrada com quem leu e quando. O alerta de risco — a alergia que o artista precisa saber antes de furar — continua aparecendo mesmo assim, porque segurança de quem está na maca não pode depender de ninguém abrir um formulário.
Para quem é
Para o estúdio com time, que precisa do acerto de cada artista sem refazer conta; e para o tatuador solo, que quer agenda, ficha e financeiro sem montar um sistema a partir de cadernos e conversas de WhatsApp.
O cadastro leva cerca de dez minutos: criar o estúdio, dizer como cada pessoa recebe e mandar o link de agendamento para a bio. O cliente final não precisa de senha em momento nenhum — ele acompanha o projeto, paga e manda foto de cicatrização por um link pessoal.
Quem faz
O Tattus é desenvolvido e operado por uma equipe pequena, no Brasil, e roda em infraestrutura de nuvem com banco de dados na região de São Paulo. O canal de contato é o e-mail, e ele é lido por quem constrói o produto.
A empresa está em processo de constituição. Até que ela esteja formalizada, os documentos legais publicados aqui trazem, com todas as letras, quais dados de qualificação ainda faltam — razão social, CNPJ, endereço e foro. Nenhum compromisso assumido nesses documentos depende do preenchimento desses campos.